Folhas que caem
Num lago cristalino
Correm, como predadores
Ansiosos pela sua caça.
Sangue escorrendo
Da ferida aberta
Provocada por um anjo
Que se esconderia sob
A face do demónio.
Se fosse alguém
Mais puro do que sou.
Mas,
Ao mesmo tempo,
Mais insano,
Mas também mais perfeito,
Seria como ele.
Pois correm
Enclausurados
Sob o crepúsculo
Eminente.
Onde a face de cristal se acende,
Mas, ao mesmo tempo,
Desaparece.
É assim
Um vampiro.
Este poema pode parecer um pouco macabro, mas foi inspirado no livro “Crepúsculo”, por Stephanie Meyer, que, já agora, fala de vampiros. Obrigado por lerem (embora possa ter sido horrível)!
Maio 28, 2008 às 8:41 pm
Muito bonito!!! Também escrevo poemas!!! Vai ao meu blog!
Abraçooooo…lol X’D